Por Gabriel Preuss

fevereiro 21, 2023

Rebranding: 4 momentos em que pode ser interessante reposicionar a sua marca

Como o mercado está em constante mudança, não é raro que um negócio precise passar por um rebranding para mudar a percepção que o consumidor tem dos seus produtos. Quando você pensa em uma marca, a imagem que se forma em sua mente vai muito além da qualidade dos produtos ou serviços oferecidos. Para ficar […]

Como o mercado está em constante mudança, não é raro que um negócio precise passar por um rebranding para mudar a percepção que o consumidor tem dos seus produtos.

Um guarda-chuva rosa rodeado de guarda-chuvas cinzas com um céu nublado. Escrito na imagem os dizeres "Rebranding: quatro momentos em que pode ser interessante reposicionar a sua marca".

Quando você pensa em uma marca, a imagem que se forma em sua mente vai muito além da qualidade dos produtos ou serviços oferecidos. Para ficar mais fácil, pense na Skol, empresa responsável pela quinta cerveja mais vendida do mundo. Quando você pensa naquela latinha gelada, automaticamente se imagina relaxando em uma praia ou curtindo uma festa.

Essa percepção que a Skol cria no subconsciente do consumidor é um elemento muitíssimo influente na hora da decisão de compra.

Por isso, a maior parte do esforço das equipes de marketing tem por objetivo criar e consolidar esse tipo de identidade da marca no mercado. Esse conjunto de técnicas e ações são conhecidas como branding.

Como o mercado está em constante mudança, não é raro que um negócio precise passar por um reposicionamento de marca, para mudar a percepção que o consumidor tem dos seus produtos. Esse processo é chamado de rebranding e, veja só, até marcas grandes e bem estabelecidas no mercado – a exemplo da própria Skol – já passaram por isso.

Por isso, separamos quatro situações em que pode ser interessante avaliar um reposicionamento da sua marca no mercado.

 

1 – QUANDO EXISTE UM DESALINHAMENTO ENTRE MARCA E POSICIONAMENTO

 

O posicionamento de marca nada mais é do que o lugar que uma empresa quer ocupar na mente do seu público-alvo.

Para facilitar o entendimento, vamos voltar ao exemplo da Skol. Por muitos anos, a marca ficou conhecida pelas propagandas em que mulheres serviam homens usando pouca roupa, o que objetificava o corpo feminino.

Em 2017, a marca assumiu o passado machista e lançou um novo posicionamento no Dia Internacional da Mulher: “Já faz alguns anos que algumas imagens do passado não nos representam mais”.

Hoje, a Skol reforça em suas campanhas publicitárias que homens e mulheres podem curtir a vida bebendo cerveja juntos. Isso exemplifica a importância de alinhar a marca à imagem que ela quer que fique no consciente dos seus consumidores.

Leia também: “O poder da construção de uma boa identidade visual

 

2 – QUANDO HÁ RISCO DE FALÊNCIA

 

É como diz aquele velho ditado: camarão que não nada, a onda leva. O mundo muda, os consumidores mudam e com o mercado não poderia ser diferente. A marca que não busca maneiras de se adaptar aos novos tempos para se manter competitiva pode começar a caminhar, do nada, à falência.

Foi o que aconteceu com a Victoria Secret’s, marca de lingeries que ficou conhecida pelos desfiles de modelos magras, brancas, altas e de cabelo liso nas passarelas – as populares “angels”. Com os conceitos atuais de beleza, diversidade e empoderamento feminino, a marca começou a cair na irrelevância e as vendas declinaram exponencialmente. Era claro que estava na hora de mudar.

Desde 2020, as modelos tradicionais têm sido substituídas por mulheres com corpos mais “reais”, com a qual o público feminino possa se identificar.

Leia também: “Victoria’s Secret: uma marca que tenha se reinventar em meio ao caos

 

3 – QUANDO PASSA POR UMA CRISE DE REPUTAÇÃO

 

Outro momento que pode exigir um processo de rebranding é durante uma crise de reputação, que pode afetar diretamente a credibilidade junto ao público.

Nesse quesito, um case interessante é o da Ruffles. A marca vinha sendo motivo de piada nas redes sociais devido à quantidade de ar dentro das embalagens de batatas fritas. Vários consumidores começaram a comentar publicamente que se sentiam enganados porque, segundo eles, os pacotes tinham mais ar do que batatas.

Para driblar a crise de imagem, a Ruffles publicou um infográfico no Facebook para explicar que o dentro das embalagens é para evitar que as batatas cheguem quebradas ao cliente. Além disso, a marca mostrou que a proporção de batatas por pacote é a mesma há anos.

O resultado foi uma movimentação positiva no Facebook na Ruffles e um “cessar-fogo” nas redes sociais.

 

4 – QUANDO DESEJA EXPANDIR OS NEGÓCIOS

 

Suponha que, ao analisar a sua empresa, você decida que quer levar os seus produtos para outros nichos ou públicos. Para realizar essa transição, o rebranding é um passo natural.

Com um conjunto de estratégias que levarão você a se desvincular de um único público não é mais essencial, você criará uma audiência mais qualificada. É verdade que alguns consumidores deixarão de se identificar com a sua marca, mas não se preocupe!

Se o seu negócio busca a mudança, é natural que o público também mude.

 

TÁ, A MINHA MARCA TALVEZ PRECISE DE UM REBRANDING. E AGORA?

 

Antes de iniciar o processo de transformação da sua marca, é preciso definir o tipo de rebranding que será feito. Para isso, é necessário observar o diagnóstico dos problemas enfrentados pelo seu negócio, entender o que precisa ser mudado, definir e implementar uma estratégia e mensurar os resultados.

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Leia também: “O que é uma agência de marketing digital?

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