Nesse artigo, queremos te mostrar o que o Jim Edwards tem a ensinar sobre copywriting B2B e como essas lições podem melhorar suas campanhas
Jim Edwards com toda certeza é um grande copywriter, daqueles que deixam um legado com clareza, simplicidade e profundidade. Seu livro “Copywriting: Guia definitivo para transformar palavras em ouro” tem sido referência não só para quem está começando, mas também para profissionais que já atuam há anos e querem ir além da mesmice nas campanhas.
Apesar do conteúdo dialogar bem com B2C, é no B2B que muitas das sacadas de Jim ganham uma camada extra de valor. Afinal, vender para empresas envolve mais elementos do que apenas racionalidade, múltiplos decisores e ciclos de venda mais longos.
Nesse artigo, nós aqui da Raizhe queremos te mostrar o que o Jim tem a ensinar sobre copywriting B2B e como essas lições podem melhorar suas campanhas e principalmente sua forma de pensar comunicação.
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Por que o copywriting B2B deve falar da dor da persona e não da sua marca
“Ninguém se importa com você.” Essa frase pode parecer dura, mas é exatamente com ela que Jim Edwards começa um de seus principais raciocínios sobre copy. No B2B, então, ela faz ainda mais sentido.
Falar sobre a sua marca antes de falar sobre a dor do seu público é um tiro no pé. Por quê? Porque soa egoísta. Parece que você está interessado em vender, não em ajudar. E no B2B, quem compra está buscando alguém que entenda dele, e não alguém que apenas fale de si mesmo.
A comunicação consultiva, quando bem feita, começa com a persona, não com o produto. Isso significa conhecer profundamente os problemas do público, mas também as dores associadas a esses problemas.
Um exemplo: geração de leads pode ser o problema, mas sentir-se incapaz por não bater metas é a dor. Percebeu a diferença? Ela pode parecer sutil, mas é extremamente poderosa em uma comunicação.
Quando você domina essa diferença, implicar as consequências de forma inteligente começa a ficar mais fácil. A dor de se sentir incapaz pode levar à insegurança, à demissão, ao medo. Quando você mostra isso com empatia, você cria conexão e é isso que converte.
A armadilha do “bom o suficiente” e como ela destrói seu ROI
Uma das armadilhas mais perigosas no copywriting (e em qualquer estratégia de marketing) é acreditar que “já está bom o suficiente”. Mas e se você pudesse dobrar isso?
O conforto com resultados medianos faz você parar de testar, logo, você para de aprender e aqui mora o perigo. Quando você para de aprender, você começa a perder.
No B2B, onde o custo por lead é mais alto e a pressão por resultados é constante, viver de “copys ok” é uma forma lenta e silenciosa de sabotar sua performance.
Lembre-se: você está sempre a um teste de cortar seu CPA pela metade. Sempre a uma hipótese de dobrar seu retorno. E isso só vem com consistência em otimizar, testar e ajustar.
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Copywriting B2B emocional: como vender mais falando com pessoas, não com empresas
As empresas não compram, as pessoas dentro delas, sim. Pode parecer óbvio, mas muitos ainda esquecem disso. E seguem produzindo copys que parecem escritas por robôs para robôs.
Mesmo com múltiplos decisores, processos longos e filtros técnicos, quem toma a decisão no final é uma pessoa. Uma pessoa com medos, ambições, dúvidas. Uma pessoa que pode se identificar com a sua história, com a sua linguagem, com a sua abordagem.
Por isso, a copy B2B pode ser engessada, cheia de jargões e distante do dia a dia da sua persona, pelo contrário, quanto mais humano, maior a chance de gerar empatia e fazer o lead continuar te ouvindo.
Inclusive, abrir vulnerabilidades (como erros aprendidos, cases reais e até “falhas bem resolvidas”) ajuda a criar uma comunicação mais real e honesta. E aqui vai um segredo: a honestidade na comunicação está ganhando cada vez mais força no mercado.
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Copywriting B2B de impacto exige conexão real, testes constantes e foco em quem decide
Jim Edwards nos lembra o tempo inteiro de algo que não pode ser esquecido: copywriting é, antes de tudo, empatia com método. É entender o que move o outro, respeitar esse processo e conduzir com a intenção devida.
No B2B, isso significa:
- Falar com a dor real da persona, antes de falar da sua solução;
- Evitar a zona de conforto do “bom o suficiente”, e manter uma rotina de testes;
- Humanizar a comunicação, mesmo em ciclos longos de venda;
- Ser consultivo, informativo e estrategicamente emocional.
Busque a todo o momento boas referências como o Jim é para o copywriting. Elas nos ajudam a elevar o padrão e a construir campanhas melhores.
Se você quiser se aprofundar mais nesse assunto, confira o vídeo completo no nosso canal no YouTube.


